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APROVADOS

A ESCOLA DA FAZENDA PARABENIZA SEUS EGRESSOS
DO 9º ANO DE 2011

APROVADAS NO PROCESSO SELETIVO DO IFSC (Instituto Federal de Santa Catariana):

Bruna Temochko dos Passos – 3º lugar
Naguissa Takemoto Viegas

 

CLASSIFICADOS NO PROCESSO SELETIVO DO COLÉGIO TENDÊNCIA:

Iara Terra Holtz – 1º lugar (1ª prova)
Naguissa Takemoto Viegas – 1º lugar (2ª prova)
Reginaldo Florentino da Silva Junior – 3º lugar (1ª prova)
Bruna Temochko dos Passos – 4º lugar (1ª prova)
Dia da Mulher 2

Dia da Mulher

FÉRIAS

Férias!! Que bons momentos!!

Noite da Astronomia

– II NOITE DA ASTRONOMIA -

Em 2009, participando do Ano Internacional da Astronomia, realizamos, em parceria com o Grupo de Estudos Astronômicos da UFSC, NA RUA DE OLHO NA LUA, um programa que constou de uma palestra sobre a história da astronomia e observação dos astros com telescópios. Devido ao enorme interesse despertado na comunidade resolvemos repetir o programa, por isso, no dia 2 de JULHO, realizaremos nossa II NOITE DA ASTRONOMIA. Teremos, inicialmente, uma palestra que, sintonizada ao Ano Internacional da Biodiversidade, discorrerá sobre a fragilidade do planeta Terra no espaço e, após a palestra, observação do céu com a participação do Grupo de Estudos Astronômicos da UFSC. Você é noss@ convidad@.

Vai começar o Boi de Mamão

MAS QUE FESTANÇA BOA, MINHA GENTE !!

Na Festa Junina de 2010, a Escola da Fazenda valorizou o resgate da Brincadeira do Boi de Mamão, envolvendo a cantoria e o manejo dos bonecos típicos desta manifestação cultural. A grande novidade do ano foi o trabalho de restauração de cada personagem realizado por grupos de estudantes das séries iniciais e a belíssima composição da letra da Cantoria do Boi, elaborada no interior das Oficinas de Música e Artes.

(Clique na foto para ampliação)


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CAIPIRA SOMOS TODOS NÓS!

A Festa Junina celebra mais do que o modo de vida do caipira; ela representa a assimilação do estereótipo caboclo pelo cenário urbano. Em outras palavras, tenta extrair do campo aquilo que pensa ser típico: roupas remendadas, danças em pares, batata assada na fogueira, muito “uai”, “sô” e chapéu de “paia”.

Na verdade, nem todas estas características são peculiares ao caipira. Muitas, aliás, chegam a ser preconceituosas. Essa história mal contada começou no século passado, quando a imagem do homem do campo passou a ser associada ao cenário decadente da zona rural. Com o desenvolvimento industrial e a modernização das cidades, o caipira se transformou no símbolo do atraso: pobreza, desinformação e analfabetismo aderiram ä sua figura como uma maquiagem permanente.

A partir de 1870, porém, o sucesso econômico do café (que muito deve aos “caipiras” italianos), aliado ao forte sentimento nacionalista emergente no país, renovam a figura do caboclo. A literatura começa a lhe dar voz e vez. Escritores como Bernardo Guimarães fazem dele um símbolo nacional, relacionando-o aos valores da terra. O realismo abre espaço para o sotaque caipira, que ganha papel de protagonista nas narrativas.

Ainda assim as caricaturas persistem até hoje. Sentimos dificuldade em perceber que nossos Jecas Tatus são cidadãos comuns como outros quaisquer, dotados de consciência e personalidade.

Se abrirmos a porteira da reflexão, talvez nos descubramos como compadres.

Em tempos de globalização, caipira somos todos nós.